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16 dezembro 2025

Lançamento do filme Itacoatiaras

Itacoatiaras (Brasil, 2025, 73 minutos), longa documental dirigido por mim e o diretor manauara Sergio Andrade, estreou no segundo semestre de 2025 e já foi selecionado e exibido em 9 festivais:

Seção Competitiva Oficial da 19ª edição do Festival de Cinema Ecozine (Zaragoza, Espanha, 2026)

15ª Festival de Fotografia de Tiradentes - FotoemPauta (Centro Cultural Yves Alves, Tiradentes, MG, 2026)

Visões do Mar - Programa Clima de Mudança (CCJF - Centro Cultural da Justiça Federal, RJ, 2025)

Visões do Mar - Festival Internacional de Documentários da cidade de Niterói, com debate mediado por Juliana Guajajara (Cine Arte UFF, RJ, 2025)

Festival Cine de Goya (Corrientes, Argentina, 2025)

Mostra Ecoa, itinerância no Barco Banzeiro da Esperança (rota Manaus-Belém durante a COP 30, 2025)

49a. Mostra Internacional de Cinema de SP, com debate e participação de Valentina Ricardo (Espaço Petrobrás de Cinema, SP, 2025)

Premiere Brasil no Festival do Rio, Mostra COP 30 | Futuros Possíveis, com debate mediado por Walmeri Ribeiro e participação de Rafael Freitas da Silva e Lucas Rossi (Espaço Net Rio, RJ, 2025)

Premiere Mundial no Panorámica - Stockholm Latin American Film Festival, com debate mediado por Isabel Löfgren (Suécia, 2025)

Sinopse:


Muitas pedras, dois territórios, uma mesma história riscada no tempo.

O documentário Itacoatiaras (Brasil, 2025), dirigido por Sérgio Andrade e Patrícia Goùvea, traça uma investigação sensorial entre dois lugares separados por milhares de quilômetros - Itacoatiara, no Amazonas, e Itacoatiara, em Niterói.

Unidas por um nome ancestral e por histórias apagadas de povos originários, essas paisagens revelam feridas abertas pela colonização, pela especulação imobiliária e pela degradação ambiental. Mas também são portais de resistência e memória. As pedras falam - e é tempo de escutá-las.














08 novembro 2024

'Do Amor' no Festival de Fotografia Mulheres Luz

Meu fotolivro Do Amor, lançado em 2022 pela {lp}press foi um dos selecionados na Convocatória de Fotolivros da segunda edição do Festival Mulheres Luz, idealizado, produzido e realizado somente com mulheres que aconteceu em outubro de 2024 no Unibes Cultural, em São Paulo.

Um verdadeiro marco histórico na fotografia brasileira! Emocionante fazer parte de uma rede de mulheres da imagem! VIVA ✨✨✨✨✨✨

“A convocatória de fotolivros do Festival Mulheres Luz traz a possibilidade de vislumbrar um recorte dos últimos dez anos de produção de mulheres no campo da fotografia brasileira, abrangendo uma diversidade de temas e perspectivas sobre a linguagem. Trazendo também trabalhos mais recentes que contribuem para a investigação de formatos, métodos e técnicas utilizados na feitura do suporte, há uma importante contribuição para a discussão sobre publicações. Diante das ausências sentidas, torcemos para que ao longo dos anos o festival possa receber uma pluralidade cada vez maior de inscrições, em termos de territorialidade, raça, classe e  gênero, fortalecendo ainda mais sua importância política no cenário artístico nacional.” Daniela Queiroz (@danielequeiroz__) e Maíra Gamarra (@gamarra.maira)






23 outubro 2024

Paisagens ocupantes do pé ao pico, no Respiro Rural

Este sábado abre a exposição coletiva "Paisagens ocupantes do pé ao pico", no Respiro Rural, projeto de arte contemporânea localizado na Fazenda Santa Vitória, em Queluz, São Paulo. Participo com o vídeo Paisagem, um trabalho que venho desenvolvendo com minha filha Diana e que faz parte da minha pesquisa de Doutorado.




16 outubro 2024

Conversas Abertas no Abapirá: "Além do Corpo: arte feminina em processos de cura"

Fui convidada a participar da roda conversa: "Além do Corpo: arte feminina em processos de cura" - uma ativação da exposição IMAGEAR da artista Bruna Alcantara.

Bruna, e e psiquiatra Gabriela Serfaty trocamos experiências e impressões sobre a arte feminina como potência de cura, abrindo novos horizontes de subjetividade e resistência. Essa conversa foi filmada no dia 11/9/2024 no Espaço Abapirá e está disponível aqui na íntegra.






Essa conversa foi filmada no dia 11/9/2024 no Espaço Abapirá e está disponível aqui na íntegra.

03 abril 2024

CORPOS entre enCONTROS no Tropigalpão

Todes convidades para este evento do qual estarei participando com o curta ‘Suspensão’. Esta quinta, 4/4, 18h30 no Tropigalpão. Vamos?


BrisaLAB - Laboratório de Pesquisa em Performance, MídiaArte e Questões Ambientais realiza CORPOS entre enCONTROS, uma mostra de curtas, propondo um acontecimento em fluxo. Com o intuito de lançar impressões e espontaneidades, convidamos a tecer diálogos entre os filmes, as artistas e o público. 


Curtas-metragens: 

Woodling

Suspensão

Hutukara: entre a pele e a casca

Não se pode tocar, está em mim, está em nós


04/04 * 18h30


Tropigalpão 

Rua Benjamin Constant, 118 – Glória


Realização: 

BrisaLab: Bio-Rizoma de Intervenção e Sensibilidades Artísticas (PPGCA/UFF – PPGAV/UFRJ-CNPQ) & Oslo National Academy of the Arts 





30 novembro 2023

Arte & Processos de Criação | Exposição no MAC Niterói

Abre este sábado, 2 de dezembro, a exposição coletiva Arte & Processos de Criação, da qual participo, no MAC (Museu de Arte Contemporânea de Niterói). A curadoria é do João Wesley de Souza, meu primeiro orientador em artes visuais num grupo de estudos de 2002 a 2005, na saudosa Galeria Lana Botelho, na Gávea, RJ. Foi ali que conheci minha parceira e dupla de pesquisas e trabalhos, Isabel Löfgren, e tantas outras pessoas bacanas!

Participo da exposição com alguns trabalhos da série Fenda. A abertura será no horário normal do Museu, de 10h às 18h, e a exposição poderá ser vista até 25 de fevereiro de 2024.



30 novembro 2022

'Forever is made up of many nows', Brisa Galeria, Lisboa

No dia 23 de novembro abrimos na Brisa Galeria, em Lisboa, a exposição 'FOREVER IS MADE UP OF MANY NOWS', um diálogo entre trabalhos meus e de Daniel Mattar, com curadoria de Rhanine Pessoa.

A mostra conta com obras fotográficas da minha série “Imagens Posteriores” e pinturas a óleo sobre fotografias da série “Nova Pele” de Daniel Mattar, uma imersão em “horizontes transcendentes” de ambos artistas.


A montagem ficou deslumbrante e segue aberta à visitação até 14 de janeiro de 2023 na Brisa.
















10 novembro 2022

Oficina e lançamento do livro Do amor em Lisboa

Temporada lisboeta promete!


Lançamento do livro Do amor + oficina ‘Modos de ver e encontrar: escavar histórias e ressignificar arquivos” no dia 17.11 no Nowhere, espaço experimental de arte capitaneado pela curadora Cristiana Tejo e pelas artistas Luiza Baldan e Marilá Dardot, brasileiras radicadas em Portugal.


17.11


16h a 19h oficina ‘Modos de ver e encontrar: escavar histórias e ressignificar arquivos”


19h a 21h lançamento do fotolivro Do amor, editado pela {Lp} press


Nowhere

Rua dos Poiais de São Bento, 6

Lisboa, Portugal












14 outubro 2022

Reler Debret | Museu da Chácara do Céu

Neste sábado inaugura a exposição Reler Debret no Museu da Chácara do Céu, onde eu e Isabel Löfgren participamos com nossa releitura, ou melhor, "Modos de olhar" Debret, parte do projeto Mãe Preta, pesquisa desenvolvida entre 2016 e 2021. 

A série Modos de Olhar inclui o político sobre Debret que iremos apresentar, além de outras revisitações de obras de artistas e fotógrafos viajantes do século XIX, destacando a complexidade das relações das amas de leite na luta entre a sobrevivência de seus filhos e a obrigação de aleitar os filhos de seus “senhores”.


Muito felizes de estarmos juntes destes artistes maravilhoses! Todes convidades! 




26 setembro 2022

Novo livro: Do Amor

Sábado passado fizemos um pré-lançamento do meu novo xodózinho no 18o. Festival Internacional Paraty em Foco e agora seguimos com os lançamentos no Rio e São Paulo! 

De 2018 a 2022 frequentei aplicativos de relacionamento, formando uma coleção tanto afetiva quanto “abismada”.  O fotolivro “Do Amor” é o resultado desta experiência, e mostra como o difícil momento da polarização política do país invadiu o campo dos afetos e desejos.  

Editado pela {Lp} press, o livro de 96 páginas, pouco maior que um celular, apresenta perfis e diálogos permeados pelos ruídos típicos das relações virtuais contemporâneas.  

O lançamento no Rio terá um bate-papo com o editor Rony Maltz e será no dia 1/10 às 16h, véspera das eleições, no Agô Bar da Encruza [Rua Áurea, 30, Santa Teresa, RJ], uma ação entre amigues para que possamos abrir os caminhos com muito axé e boas energias para o nosso país!

Em São Paulo lançaremos no dia 8 de outubro às 15h na Lovely House Casa de Livros, que fica na Galeria Ouro Fino, 2ºandar, Rua Augusta 2690 #329, também com a presença do editor Rony Maltz, que escreveu sobre o fotolivro:

"Amar é foda. Ou antes fosse. Em tempos de virtualização crescente, tocar o outro é cada vez mais raro, em todos os sentidos. Nos encastelamos em nossas bolhas, caixas de ressonância de nossas próprias opiniões, alienando a diferença e impossibilitando a abertura para o novo (ou para o novinho). Patricia é uma mulher de 48 anos, divorciada, disposta a furar a bolha. Por quatro anos, de 2018 a 2022, ela desbravou o universo dos aplicativos de relacionamento, sem filtros, disposta a novas experiências - políticas, estéticas, afetivas e sexuais. Do amor é resultado dessa imersão, registro fragmentado de alguns desses encontros e, por tabela, de certo modo de relacionamento contemporâneo, com toda sua liberdade e todos os seus ruídos. Ao levar para o papel sua experiência nas telas, sem a proteção de avatares, Patricia Goùvea compartilha uma coleção tanto afetiva quanto abismada e alguns de seus dilemas nada virtuais com o mundo atual, permeado de fissões sociais e políticas que não vão embora num arrastar de dedo por uma tela de celular."




19 setembro 2022

18o. Festival Internacional Paraty em Foco

Alegria em fazer parte da programação dos Encontros e Entrevistas do 18o. Festival Internacional Paraty em Foco nesta conversa em torno do livro “Fotógrafas Mulheres: Imagem Substantiva”, com a autora Yara Schreiber Dines e a fotojornalista Wania Corredo.

Iremos apresentar um pouco dos nossos trabalhos e de certa forma representar tantas fotógrafas maravilhoses que fazem parte desta publicação. Muitos livros ainda serão necessários para dar conta da enorme produção feita por mulherxs fotógrafxs no Brasil! Esta quinta 20h na Casa de Cultura de Paraty!



17 agosto 2022

Reverberações da Floresta | Om.art

Mesmo não estando na floresta, ela reverbera em mim e no meu trabalho. É para lá que meu pensamento voa desde que entrei na Amazônia pela primeira vez em 2017. Foi muito nutritivo estar semana passada entre pessoas tão bacanas num ambiente tão instigante como é a Om.art e contar um pouco sobre este recorte da minha pesquisa de forma presencial depois de uma longa fase de introspeção.

Muito agradecida à Roberta Tavares pelo convite, pelo acolhimento do seu grupo de alunes-fotógrafes do Alfabetismo Visual, pelos amigues presentes e por reconhecer em Oskar Metsavaht uma voz potente na luta pela preservação dos povos originários brasileiros e nossa imensa riqueza, nossa Mãe Floresta.

Registros de @Fernanda Chemale







02 agosto 2022

Texto de Maria Iovino para a individual 3 Séries (Colômbia, 2005)

Depois de muitos anos, consegui recuperar o texto da que a curadora e crítica de arte colombiana Maria Iovino escreveu em 2005 para a minha exposição individual 3 Séries, na Câmara de Comércio de Bogotá:


***

Patricia Gouvêa se encontra, em nosso continente, entre os artistas que retornaram à representação da paisagem e de tópicos mais recorrentes no mundo natural, através de óticas que desestabilizam, no estranhamento do habitual e com lúcida delicadeza, as noções mais recorrentes ou acentuadas na interpretação do contexto ou das referências culturais. Esta operação é feita com uma compreensão do tempo e do espaço alheio aos simplismos, o que leva a uma apreciação renovada do que nos é próprio ou próximo.

 

Nestas proposições se reconhecem, portanto, distâncias e inclusive críticas (como no caso de Patricia Gouvêa), aos estereótipos latinoamericanistas na arte, embora na maior parte dos casos neles se expresse claramente uma preocupação em corresponder, com honestidade, às problemáticas e condicionamentos locais. É compreensível então que o imaginário nutrido por estas visões, além de ser invadido pelo ar, penetre até o íntimo da referência interpretativa, rompendo ou eliminando as demarcações mais conhecidas e

acentuadas.

 

Com esta força, Patricia Gouvêa revisita uma paisagem tão difundida no mundo do exuberante, do imponente e do exótico como é a do Rio de Janeiro ou a do território andino. Através da relocalização do seu horizonte e de seu ponto de fuga, da sensação de estremecimento formal e do deslocamento da cor que produz o fluxo vital em cada corpo do mundo visível, a artista detecta a impressão com a qual o devir, continuamente redesenha estas regiões, de maneira tanto inédita como inesperada.

 

Neste sentido, por baixo de uma aparência serena e talvez adormecida do que se considera estabelecido, Patricia Gouvêa nega com argumentações rotundas toda pré-conceitualização e, com ela, qualquer possibilidade de certeza, em um frenético batimento de vida, impossibilitado pela sua própria essência, para sustentar as demarcações que, contínua e eventualmente, traça o movimento.

 

O atrativo varrido de tempo que Patricia Gouvêa gera na paisagem, se fabrica com elementos temidos e, por esta mesma razão omitidos, na clarificação que fazem as interpretações ou as conceitualizações do mundo cognoscível, como são a incerteza e o mistério.

 

O contorno, como ficção do conhecimento está negada nesta proposta e quando é reconhecida, em séries como Fenda ou como Corpo Significante, se afirma como conflito, como abismo que devolve à origem e, nesta via como infinito circular da complexidade inextrincável.

 

Em oposição à Imagens Posteriores, em Fenda e em Corpo Significante é a fronteira que estremece o espaço mais íntimo das relações e dos intercâmbios, embora esta fronteira seja entendida como abertura simbólica ao fluxo em que se redesenham o particular e o comum. Com este olhar é que a geografia volta a tomar sua diáfana inscrição nos corpos de Corpo Significante, nos quais cada unidade do desenho comum é uma partícula evidentemente única e nos quais um tempo de todos e o trânsito incontestável, inscrevem uma e outra vez o que se crê conhecido e tangível. Elas operam com a confusão do múltiplo e do interminável, oculta atrás da face relaxante do cotidiano e do reiterado.

 

 

 

María A lovino

curadora e pesquisadora colombiana





23 dezembro 2021

Fenda na capa do livro Fotógrafas Brasileiras: Imagem Substantiva

O lançamento já aconteceu, mas nunca é tarde para registrar minha alegria em fazer parte desta antologia ao lado de 71 mestras, ídolas e amigues da fotografia brasileira e ter um auto-retrato meu da série Fenda na capa!

Uma publicação como esta nos coloca no devido lugar de protagonistas no campo da fotografia. Fomos invisibilizadas durante muitas décadas, mas tal força em algum momento iria jorrar com brilho total.
Toda minha admiração à autora Yara Schreiber Dines! Que seja o primeiro volume de muitos pois nossa produção é grandiosa!
* Fotógrafas Brasileiras - Imagem Substantiva *
* Gioconda Rizzo, Hermínia Borges, Alice Brill, Hildegard Rosenthal, Gertrudes Altschul, Alice Kanji, Dulce Carneiro, Maureen Bisilliat, Claudia Andujar, Dulce Soares, Madalena Schwartz, Stefania Bril, Avani Stein, Bia Parreiras, Vania Toledo, Lita Cerqueira, Ella Dürst, Rosa Gauditano, Cynthia Brito, Claudia Ferreira, Jacqueline Joner, Eneida Serrano, Isabel Gouvêa, Elza Lima, Lily Sverner, Vilma Slomp, Claudia Jaguaribe, Renata Castello Branco, Kitty Paranaguá, Eliane Velozo, Lenise Pinheiro, Eliária Andrade, Paula Simas, Rosângela Rennó, Rochelle Costi, Chris Bierrenbach, Monique Cabral, Elaine Eiger, Nana Moraes, Márcia Zoet, Ana Carolina Fernandes, Marlene Bergamo, Paula Sampaio, Ana Araujo, Evelyn Ruman, Anna Kahn, Wania Corredo, Luciana Whitaker, Maristela Colucci, Marcia Xavier, Ana Lucia Mariz, Patricia Gouvêa, Aline Motta, Bárbara Wagner, Bebete Viégas, Sofia Borges, Movimento Fotógrafas Brasileiras (representado no livro pelas fotógrafas Jacqueline Hoofendy, Tetê Silva, Andréa Farias, Milla Dantas, Vanessa Ataliba e Simone Marinho), Mamana Coletiva (Bárbara Ferreira, Isis Medeiros, Bruna Custódio, Mel Coelho, Jacqueline Lisboa, Janine Moraes e Nay Jinknss), Marcela Bonfim, Helen Salomão *



21 junho 2021

Imagens Posteriores na Brisa Galeria | Lisboa

Feliz demais em compartilhar que a linda Brisa Galeria, sediada em Lisboa e comandada pelos feras Bebel Moraes e Daniel Mattar, começa oficialmente a representar e vender minha série Imagens Posteriores em Portugal e Europa! AHO 💛


Very happy to announce that the beautiful Lisbon-based Brisa Galeria starts officially representing and selling my series “Posterior Images” in Portugal and Europe! AHO 💛




26 maio 2021

Itacoatiaras

Nosso filme Itacoatiaras tem ganhado destaque na imprensa. Finalizamos semana passada as filmagens no Amazonas e partimos agora para uma nova etapa de captação de recursos para finalização. 

A matéria do Jornal A Crítica, de Manaus, pode ser lida aqui e a do Jornal A Tribuna de Niterói aqui.




16 outubro 2020

Revista Razón y Palabra | Equador

De vez em quando recebo artigos acadêmicos que usam meu trabalho como referência. Este é de 2019, publicado na revista equatoriana Razón y Palabra.





 






































































28 setembro 2020

Salão de Artes Visuais de Vinhedo e Festival Confluencias de Arte

Depois de 6 meses imersa neste tempo elástico provocado pela pandemia da Covid, neste panorama de incertezas e rupturas que vivemos no Brasil destruído pelo governo bolsonarista, foi com alegria que recebi a notícia da seleção de dois trabalhos em vídeo para dois eventos de arte que este ano tiveram versões online.

O vídeo Sobrevida #19 foi selecionado pelo Salão de Artes Visuais de Vinhedo, SP.  Feito no encontro do Córrego do Feijão com o Rio Paraopeba, em Brumadinho, no exato local onde toneladas de lama tóxica foram despejadas no crime protagonizado pela #valeassassina

O vídeo Suspensão, ainda inédito e realizado em parceria com André Lohmann, foi selecionado para o Festival Confluencias de Arte, na Argentina.