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08 novembro 2024

'Do Amor' no Festival de Fotografia Mulheres Luz

Meu fotolivro Do Amor, lançado em 2022 pela {lp}press foi um dos selecionados na Convocatória de Fotolivros da segunda edição do Festival Mulheres Luz, idealizado, produzido e realizado somente com mulheres que aconteceu em outubro de 2024 no Unibes Cultural, em São Paulo.

Um verdadeiro marco histórico na fotografia brasileira! Emocionante fazer parte de uma rede de mulheres da imagem! VIVA ✨✨✨✨✨✨

“A convocatória de fotolivros do Festival Mulheres Luz traz a possibilidade de vislumbrar um recorte dos últimos dez anos de produção de mulheres no campo da fotografia brasileira, abrangendo uma diversidade de temas e perspectivas sobre a linguagem. Trazendo também trabalhos mais recentes que contribuem para a investigação de formatos, métodos e técnicas utilizados na feitura do suporte, há uma importante contribuição para a discussão sobre publicações. Diante das ausências sentidas, torcemos para que ao longo dos anos o festival possa receber uma pluralidade cada vez maior de inscrições, em termos de territorialidade, raça, classe e  gênero, fortalecendo ainda mais sua importância política no cenário artístico nacional.” Daniela Queiroz (@danielequeiroz__) e Maíra Gamarra (@gamarra.maira)






20 junho 2024

Artigo publicado no livro "Beyond academic publics" [Suécia, 2024]

Estou super feliz com a publicação de um artigo de autoria minha e minha partner Isabel Löfgren, sobre nosso projeto de longa duração "Mãe Preta" no livro "Beyond academic publics: conversations about scholarly collaborations with cultural institutions" (Além dos públicos acadêmicos: conversas sobre colaborações acadêmicas com instituições culturais). O livro foi editado na Suécia e será publicado em julho de 2024. 

Assim as autoras Anne Kaun e Julia Velkova definem nosso trabalho na introdução do livro:

"Isto é evidente, por exemplo, na contribuição de Isabel Löfgren e Patricia Goùvea, onde os autores saem do seu trabalho “quotidiano” como investigadores-palestrantes e artistas-investigadores para praticarem o que chamam de arte baseada na investigação como um processo colaborativo de situar diferentes e diferenciais conhecimentos, coletando informações e engajando-se no diálogo público que intervém nas materialidades e discursos coloniais no Brasil. 

[…]

Isabel Löfgren e Patricia Goùvea descrevem o trabalho por trás de sua premiada exposição Mãe Preta, através da qual investigaram a Maternidade Negra ao longo de sete anos, durante os quais novas obras foram sendo adicionadas à coleção. A partir de uma experiência de parto diferenciado, ao longo de sete anos problematizaram a maternidade racializada através da acumulação de 70 obras que acabaram por doar ao MAR - -Museu de Arte do Rio.


05 dezembro 2022

Do amor no Festival Zum 2022

Este fim de semana estive em São Paulo para apresentar meu fotolivro na Biblioteca do Instituto Moreira Salles, dentro da programação do Festival Zum 2022. Do amor foi selecionado na convocatória de fotolivros do festival, junto com outras 44 publicações. 

Este ano foram escolhidas 45 publicações entre 215 fotolivros, zines, catálogos e livros de fotografia recebidos de todas as regiões do Brasil, além de países da América Latina e da Europa.


A convocatória foi criada em 2017 para aprofundar os vínculos do Instituto Moreira Salles com a produção contemporânea de fotografia voltada ao meio editorial. Queremos conhecer, exibir e divulgar os fotolivros, bem como estreitar relações com artistas em diversos estágios de carreira, produtores, editoras, designers e o público. 


Foi muito bacana a troca com o público presente! O livro também participou da Feira de Fotolivros no stand da {Lp press}, editora da publicação.









02 agosto 2022

Fotografia como Paisagem

[Texto publicado em espanhol na Revista Once, da Maestria de Artes Plásticas de Bogotá, Universidad Nacional de Colômbia, 2006]


A concepção tão popularizada da fotografia como a técnica capaz de aprisionar o tempo e de congelar para sempre uma cena que jamais se repetirá – eterna mumificação da vida -, teve como principal conseqüência a generalização da idéia do instantâneo fotográfico como algo visceralmente associado ao real, como se entre este e o resultado formal da imagem não coubesse nenhuma mediação ou operação conceitual.


Edmond Couchot, artista francês e autor do livro A tecnologia na arte: da fotografia à realidade virtual, diz que “com a fotografia, a presença do objeto se torna incontornável. O objeto preexiste necessariamente à imagem. O real faz pressão sobre a imagem e sua exaltação realista ou seu distanciamento com o simbolismo não se torna apenas preocupação dos fotógrafos”*1.


Afastar-se, portanto, do instantâneo, é uma operação muito mais usada por artistas que desejam dissociar a fotografia de uma necessária condição de legitimadora do real, de seu caráter mimético primeiro, que surgiu junto com sua invenção.


Raymond Bellour, autor do livro Entre Imagens, referindo-se a este assunto, afirma: “ (...) Quando a foto decide integrar o traço do movimento visível, dar-lhe seu lugar na tomada e na composição, ela cede a uma força ambígua. Há, por um lado, algo selvagem, elementar, que arrebata o fotografo diante do “real que ele escolheu, para nele favorecer o imprevisível, o que seria artificial ou vão tentar reduzir à pureza afinal imaginária do instantâneo e de suas linhas nítidas, demasiadamente nítidas, que nos levariam a acreditar numa visão translúcida da vida. Mas, por outro lado, nada é menos natural do que as linhas tremidas, as espessuras, os empastamentos por meio dos quais a imagem adquire, no todo ou em parte, uma segunda vida, irredutível à simples visão, à imediatez da visão”*2.


O olho em seu estado normal não vê fora de foco nem conserva inscrito em si mesmo o traço materializado de um movimento, algo que a objetiva, esse falso olho, consegue captar e reproduzir. Mas, muito além dos aspectos maquínicos da operação fotográfica, a questão que o tremido coloca é a introdução do corpo no sistema, como se o olho passasse a operar como corpo, um olho que adere à

paisagem.


Trata-se, portanto, sempre de uma interrupção daquilo que o instantâneo esconde, um estrondo interno na relação entre o corpo-olhar e a realidade que aparece.


A fotografia sempre teve a necessidade de escrutinar o movimento. No início, com Marey e Muybridge, com preocupações científicas, para decompô-lo. Logo depois, seguindo a mesma pesquisa, mas com intenções artísticas, para compô-lo, como podemos ver nas experiências dos irmãos Bragaglia e seu fotodinamismo. De maneira geral, uma das dimensões da vanguarda nas três primeiras décadas do século

(dadaísmo, surrealismo, construtivismo) é essa busca para ultrapassar as fronteiras entre pintura, foto e cinema. O problema hoje, como afirma Bellour, não é mais decompor ou compor o movimento, e sim impressioná-lo. Deixá-lo impressionar, impressionar-se com ele, deixar-se impressionar por ele.


Alain Bergala, no livro que comenta a Correspondance New-Yorkaise do fotógrafo/cineasta Raymond Depardon, distingue duas espécies de fotografias e de fotógrafos: o que acredita na realidade e faz da foto uma arte da presença (que ele chama de fenomenólogo) e o que acredita na realidade como algo impossível e nunca faz mais do que fixar a ausência (o lacaniano). Os artistas que usam os recursos do

tremido, borrado ou desfocado se encontrariam não numa terceira categoria, mas na posição de reunir as duas primeiras, simultaneamente. “O tremido não diz: eu sou a realidade, na qual é preciso acreditar; tampouco diz: eu sou a ausência da realidade. Ele propõe uma realidade duplicada por um afastamento em relação a si mesma: Um signo reconstruído, um signo de arte que procura exprimir uma pulsão do corpo

inscrevendo-se no tempo que se tornou visível”*3.


E é também Philippe Dubois, no livro Cinema, video, Godard, quem sugere que o uso da câmera lenta no cinema, e por extensão o da baixa velocidade na fotografia, funciona como um momento de pesquisa e interrogação sobre a imagem, os gestos e os corpos representados, sobre o que resta de acontecimento no olhar que podemos lançar para as coisas (“desacelerar para ver, não isto ou aquilo, mas ver se há algo a ver”)*4.


Sem dúvida estas reflexões me inspiraram e influenciaram no processo de criação de minha primeira série não-documental, Imagens Posteriores, iniciada em 1998. Nela, me servi intencionalmente de técnicas fotográficas como o uso da baixa velocidade e o deslocamento para criar um “estranhamento” do olhar tendo como matéria a paisagem.


O ponto de partida do trabalho foi a interrogação: como posso interagir com o espaço entre, a partida e a chegada, criado pela velocidade? Geografia embaçada, tempo estendido, foram algumas estratégias para o resultado visual de uma imagem que se pretendia expandida para além do fotográfico. Que pudesse conter música, que pudesse contar com o corpo e emoção do observador em sua própria viagem. Mais tarde, relendo Bellour, deparei-me com uma passagem que antes havia passado despercebida e que me levou a repensar a questão do instantâneo na fotografia.


“Se o congelamento da imagem, ou na imagem, o que poderíamos chamar também de tomada fotográfica do filme, pose ou pausa da imagem que exprime o poder de captação pelo imóvel, se essa experiência é tão forte, certamente é porque joga com a sentença de morte – seu ponto de fuga e, num certo sentido, o único real (...) a sentença que pronuncia a morte é também o que vem suspendê-la, virá-la pelo avesso e devolvê-la à vida, ao tempo de uma vida indeterminada; a narrativa se prolonga para substituir a morte por uma força encantadora, de uma plenitude de enigma (...).”*5


Esta afirmação nos leva a ressignificar o instantâneo fotográfico e nele encontrar uma profundidade que jamais se apresenta por si só. De certa forma, ressignificar o instantâneo não como morte do fluxo, mas suporte de pulsação de vida, foi o mote para a série Fenda, iniciada em 2003 e realizada no espaço íntimo da minha casa.


Quando reconhecemos a balança de um tempo transmutável, onde destruição e desaparecimento estão diretamente ligados ao nascimento ou surgimento do novo, podemos finalmente perceber a urgência da vida e sua capacidade de vencer a morte. No âmbito de diversas culturas, essa capacidade é identificada com a reprodução e em rituais de fertilidade, e é contada em mitologias que chegaram até nós, como na história da deusa Hel, que serviu de inspiração para esta série.


Na mitologia nórdica, Hel é a deusa da Vida e da Morte. Ensina aos mortos como viver da frente para trás. Eles vão se tornando mais jovens, mais jovens, até que estão prontos para renascer e para voltar à vida. A recuperação do divino tem lugar nas trevas de Hel.


Corpo Significante, série iniciada em 2004, é composta de trabalhos que podem ser apresentados separadamente ou em conjunto. Quatro estudos para grandes painéis – Colo, Peito, Mãos 1 e 2 – sugerem uma investigação espacial acerca dos gêneros masculino e feminino e sobre a passagem do tempo notada em partes do corpo de mulheres e homens que não têm sua identidade revelada.


O método visual pode nos remeter a antropometria, estudo das medidas do corpo humano para uso em classificação antropológica e comparação. No século 19 e inícios do século 20, a antropometria era uma ciência usada principalmente para classificar potenciais criminosos pelas características faciais. O cientista Cesare Lombroso, por exemplo, em Criminal Anthropology (1895), afirmava que os assassinos tinham maxilas proeminentes e barba espessa. O trabalho de Eugène Vidocq, que identificava criminosos pelas características faciais, ainda era usado na França um século após a sua introdução (para não falarmos sobre o uso infame desta ciência pelos nazistas).


Não esquecendo esta referência histórica, estas obras falam, no entanto, de uma geografia diáfana inscrita nos corpos onde cada unidade do desenho comum revela-se como uma partícula evidentemente única, um cosmos particular.


O corpo aqui é também usado como paisagem, mas num sentido contrário ao da série Imagens Posteriores, onde desta eram retirados propositalmente os localizadores geográficos que permitem ao observador reconhecer lugares que, de tão explorados turisticamente, já se tornaram monumentos fetiche, prontos para um certo consumo visual. Nos quatro trabalhos citados, o corpo é mostrado por inteiro em suas partes, como mapas onde é possível nitidamente ver as marcas particulares de cada indivíduo.


Os outros trabalhos desta série – Nanorelação e Lugares-Comuns – foram apresentado na Nanoexposição, primeira ação do coletivo GRUPO DOC*6, como foto-objetos.


Em Nanorelação o tamanho de cada imagem é de 2.5 x 1.66 cm, aplicada sobre miniaturas de camas de madeira envoltas com tecido de lençóis. O trabalho é para ser visualizado com uma lupa, reforçando a intenção de fazer do espaço íntimo de uma cama de casal, com todos os seus conflitos e encontros, algo que apenas uma pessoa de cada vez pudesse observar. 


Lugares-comuns é constituído de dois dados de madeira de 3 cm cada com imagens aplicadas. O trabalho brinca com palavras recorrentes no universo da arte contemporânea associadas a imagens da preferência nacional brasileira: a bunda.


Esta série reúne trabalhos com resultados visuais diversos mas com uma temática comum: um corpo que produz sentido através de sua própria gramática e de sua relação com outros corpos possuidores de energias em ação e de forças em processo.


Instantânea ou não, uma fotografia é, para mim, mais do que o congelamento do tempo, a compressão do tempo numa arrumação espacial condensada de algo que é puro movimento, luz, um todo que não conseguimos apreender num mesmo tempo, somente por partes. Uma paisagem em devir.



(Notas)

1 COUCHOT, Edmond. A tecnologia na arte: da fotografi a à realidade virtual. Porto Alegre: Editora da UFRGS, 2003. Pág. 36

2 BELLOUR, Raymond. Entre-imagens: Foto, cinema, vídeo. Campinas, SP: papirus, 1997. Pág. 96

3 BELLOUR, Raymond. Entre-imagens: Foto, cinema, vídeo. Campinas, SP: papirus, 1997. Pág. 105

4 DUBOIS, Philippe. Cinema, vídeo, Godard. São Paulo: Cosac Naify, 2004.

5 BELLOUR, Raymond. Entre-imagens: Foto, cinema, vídeo. Campinas, SP: papirus, 1997. Pág. 13. Grifo meu.

6 Grupo DOC (Desordem Obssessiva Compulsiva), formado pelos artistas Isabel Löfgren, Marco Antonio Portela, Mauro Bandeira e Patrícia Gouvêa.





Texto de Maria Iovino para a individual 3 Séries (Colômbia, 2005)

Depois de muitos anos, consegui recuperar o texto da que a curadora e crítica de arte colombiana Maria Iovino escreveu em 2005 para a minha exposição individual 3 Séries, na Câmara de Comércio de Bogotá:


***

Patricia Gouvêa se encontra, em nosso continente, entre os artistas que retornaram à representação da paisagem e de tópicos mais recorrentes no mundo natural, através de óticas que desestabilizam, no estranhamento do habitual e com lúcida delicadeza, as noções mais recorrentes ou acentuadas na interpretação do contexto ou das referências culturais. Esta operação é feita com uma compreensão do tempo e do espaço alheio aos simplismos, o que leva a uma apreciação renovada do que nos é próprio ou próximo.

 

Nestas proposições se reconhecem, portanto, distâncias e inclusive críticas (como no caso de Patricia Gouvêa), aos estereótipos latinoamericanistas na arte, embora na maior parte dos casos neles se expresse claramente uma preocupação em corresponder, com honestidade, às problemáticas e condicionamentos locais. É compreensível então que o imaginário nutrido por estas visões, além de ser invadido pelo ar, penetre até o íntimo da referência interpretativa, rompendo ou eliminando as demarcações mais conhecidas e

acentuadas.

 

Com esta força, Patricia Gouvêa revisita uma paisagem tão difundida no mundo do exuberante, do imponente e do exótico como é a do Rio de Janeiro ou a do território andino. Através da relocalização do seu horizonte e de seu ponto de fuga, da sensação de estremecimento formal e do deslocamento da cor que produz o fluxo vital em cada corpo do mundo visível, a artista detecta a impressão com a qual o devir, continuamente redesenha estas regiões, de maneira tanto inédita como inesperada.

 

Neste sentido, por baixo de uma aparência serena e talvez adormecida do que se considera estabelecido, Patricia Gouvêa nega com argumentações rotundas toda pré-conceitualização e, com ela, qualquer possibilidade de certeza, em um frenético batimento de vida, impossibilitado pela sua própria essência, para sustentar as demarcações que, contínua e eventualmente, traça o movimento.

 

O atrativo varrido de tempo que Patricia Gouvêa gera na paisagem, se fabrica com elementos temidos e, por esta mesma razão omitidos, na clarificação que fazem as interpretações ou as conceitualizações do mundo cognoscível, como são a incerteza e o mistério.

 

O contorno, como ficção do conhecimento está negada nesta proposta e quando é reconhecida, em séries como Fenda ou como Corpo Significante, se afirma como conflito, como abismo que devolve à origem e, nesta via como infinito circular da complexidade inextrincável.

 

Em oposição à Imagens Posteriores, em Fenda e em Corpo Significante é a fronteira que estremece o espaço mais íntimo das relações e dos intercâmbios, embora esta fronteira seja entendida como abertura simbólica ao fluxo em que se redesenham o particular e o comum. Com este olhar é que a geografia volta a tomar sua diáfana inscrição nos corpos de Corpo Significante, nos quais cada unidade do desenho comum é uma partícula evidentemente única e nos quais um tempo de todos e o trânsito incontestável, inscrevem uma e outra vez o que se crê conhecido e tangível. Elas operam com a confusão do múltiplo e do interminável, oculta atrás da face relaxante do cotidiano e do reiterado.

 

 

 

María A lovino

curadora e pesquisadora colombiana





23 dezembro 2021

Fenda na capa do livro Fotógrafas Brasileiras: Imagem Substantiva

O lançamento já aconteceu, mas nunca é tarde para registrar minha alegria em fazer parte desta antologia ao lado de 71 mestras, ídolas e amigues da fotografia brasileira e ter um auto-retrato meu da série Fenda na capa!

Uma publicação como esta nos coloca no devido lugar de protagonistas no campo da fotografia. Fomos invisibilizadas durante muitas décadas, mas tal força em algum momento iria jorrar com brilho total.
Toda minha admiração à autora Yara Schreiber Dines! Que seja o primeiro volume de muitos pois nossa produção é grandiosa!
* Fotógrafas Brasileiras - Imagem Substantiva *
* Gioconda Rizzo, Hermínia Borges, Alice Brill, Hildegard Rosenthal, Gertrudes Altschul, Alice Kanji, Dulce Carneiro, Maureen Bisilliat, Claudia Andujar, Dulce Soares, Madalena Schwartz, Stefania Bril, Avani Stein, Bia Parreiras, Vania Toledo, Lita Cerqueira, Ella Dürst, Rosa Gauditano, Cynthia Brito, Claudia Ferreira, Jacqueline Joner, Eneida Serrano, Isabel Gouvêa, Elza Lima, Lily Sverner, Vilma Slomp, Claudia Jaguaribe, Renata Castello Branco, Kitty Paranaguá, Eliane Velozo, Lenise Pinheiro, Eliária Andrade, Paula Simas, Rosângela Rennó, Rochelle Costi, Chris Bierrenbach, Monique Cabral, Elaine Eiger, Nana Moraes, Márcia Zoet, Ana Carolina Fernandes, Marlene Bergamo, Paula Sampaio, Ana Araujo, Evelyn Ruman, Anna Kahn, Wania Corredo, Luciana Whitaker, Maristela Colucci, Marcia Xavier, Ana Lucia Mariz, Patricia Gouvêa, Aline Motta, Bárbara Wagner, Bebete Viégas, Sofia Borges, Movimento Fotógrafas Brasileiras (representado no livro pelas fotógrafas Jacqueline Hoofendy, Tetê Silva, Andréa Farias, Milla Dantas, Vanessa Ataliba e Simone Marinho), Mamana Coletiva (Bárbara Ferreira, Isis Medeiros, Bruna Custódio, Mel Coelho, Jacqueline Lisboa, Janine Moraes e Nay Jinknss), Marcela Bonfim, Helen Salomão *



26 maio 2021

Itacoatiaras

Nosso filme Itacoatiaras tem ganhado destaque na imprensa. Finalizamos semana passada as filmagens no Amazonas e partimos agora para uma nova etapa de captação de recursos para finalização. 

A matéria do Jornal A Crítica, de Manaus, pode ser lida aqui e a do Jornal A Tribuna de Niterói aqui.




16 outubro 2020

Revista Razón y Palabra | Equador

De vez em quando recebo artigos acadêmicos que usam meu trabalho como referência. Este é de 2019, publicado na revista equatoriana Razón y Palabra.





 






































































28 maio 2019

Mãe Preta na Biblioteca do Smithsonian National Museum of African Art

Nosso livro agora faz parte do acervo das Bibliotecas do Smithsonian National Museum of African Art e Smithsonian National Gallery of Art! Gratidão à querida Ana Lucia Araujo por o ter levado em mãos e por toda força que vem dando a esta pesquisa à qual eu e Isabel Löfgren nos dedicamos de corpo e alma de 2015 a 2018.
Edição: Frida Projetos Culturais
Design: Alles Blau | Elisa von Randow e Julia Masagão
Textos de Isabel Löfgren & Patricia Gouvêa, Alex Castro, Lilia Moritz Schwarz, Temi OdumosuJúlio César Medeiros, Martina Ahlert e Qiana Mestrich.

A lista de instituições com o catálogo para consulta está aqui.





24 abril 2019

Catálogo Mãe Preta | Lista de Bibliotecas para consulta

O catálogo Mãe Preta, lançado ano passado e fruto da pesquisa premiada com o Prêmio Funarte Conexão Circulação Artes Visuais 2016, está disponível para download no site do projeto e também pode ser consultado nas seguintes bibliotecas e instituições:

NO BRASIL

*Rio de Janeiro

Biblioteca Nacional
UFF (Pádua - Ciências Humanas)
UFF (Biblioteca Central)
UERJ (Maracanã - Biblioteca Central)
UERJ (Duque de Caxias - Biblioteca Central)
PUC
Biblioteca EAV | Escola de Artes Visuais do Parque Lage
Biblioteca IPN - Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos

*São Paulo

Biblioteca IMS
Biblioteca Mario de Andrade
Biblioteca do MASP
Biblioteca Geledès
Biblioteca Paulo Duarte/Jabaquara 
FAAP (Biblioteca Central) 
Biblioteca Mário Schenberg
Biblioteca Álvares de Azevedo
Biblioteca Adelpha Figueiredo
Biblioteca Prefeito Prestes Maia
Biblioteca Thales Castanho de Andrade
Biblioteca Cora Coralina
Biblioteca Alceu Amoroso Lima
Biblioteca Paulo Duarte
Biblioteca Milton Santos
Centro Cultural da Juventude
Centro de Formação Cultural Cidade Tiradentes

*São Luís do Maranhão

Biblioteca Pública Benedito Leite
Biblioteca Rosa Castro | SESC
Biblioteca Roldão Lima - Centro de Cultura Popular Domingos Vieira Filho 

Biblioteca Digital da Baixada Maranhense (http://www.iee.ufma.br/novo/index.php)


Instituições e Espaços 
Chão Slz
Museu Histórico e Artístico do Maranhão
Galeria Trapiche Santo Ângelo
Galeria de Arte do SESC

*Recife

Biblioteca Setorial Prof. Roberto Amorim do Centro de Filosofia e Ciências Humanas da Universidade Federal de Pernambuco - UFPE


* NO EXTERIOR

Centro de Documentação do Museu da Memória e Direitos Humanos (Santiago, Chile)
Biblioteca do ICP | International Center of Photography (Nova Iorque, Estados Unidos)
Biblioteca do Smithsonian National Museum of African Art (Washington, Estados Unidos)
Smithsonian National Gallery of Art (Washington, Estados Unidos)
Södertörns Högskola Bibliotek (Estocolmo, Suécia)
Latin American Institute/Stockholm (Estocolmo, Suécia)
Swedish Arts Grants Committe Library (Estocolmo, Suécia)
Biblioteca da MEP | Maison Européenne de la Photographie (Paris, França)
Biblioteca do Centro de Arte Contemporânea de Lagos, Nigéria

Em breve, estarão disponíveis nos seguintes locais:
UFRJ
Biblioteca Setorial de Artes e Biblioteca Central UFMA
Grupo de Pesquisa GP Mina 
Biblioteca da Residência 05 
CCN Centro de Cultura Negra MA
NEAB - Núcleo de Estudos Afro Brasileiros MA

17 dezembro 2018

Mãe Preta | Chão SLZ

Voltamos de uma semana intensa e maravilhosa em São Luís do Maranhão, onde abrimos a exposição Mãe Preta no Chão SLZ. Última etapa da nossa itinerância, iniciada em 2016, fomos recebidas com a gentileza de toda a equipe do Chão e pudemos rever Dona Dalva, Dona Anacleta e Zica, lideranças femininas do Quilombo Santa Rosa dos Pretos. Muito amor envolvido!

Em destaque, a capa do suplemento cultural do Estado do Maranhão e matéria também super bacana no Jornal O Imparcial.






20 outubro 2018

Livro Roteiro da Herança Africana no Rio de Janeiro

Grande satisfação dar de cara com um trabalho abrindo o livro incrível Roteiro da Herança Africana no Rio de Janeiro, organizado pelo grande Milton Guran!
Modos de Navegar, 2016
Colagem sobre papel com trecho do poema Vozes-Mulheres, de Conceição Evaristo
Isabel Löfgren & Patricia Gouvêa
Registros da montagem no IPN - Instituto de Pesquisa e Memória Pretos Novos, em 2016