Itacoatiaras (Brasil, 2025, 73 minutos), longa documental dirigido por mim e o diretor manauara Sergio Andrade, estreou no segundo semestre de 2025 e já foi selecionado e exibido em 7 festivais:
Visões do Mar - Programa Clima de Mudança (CCJF - Centro Cultural da Justiça Federal, RJ, 2025)Visões do Mar - Festival Internacional de Documentários da cidade de Niterói, com debate mediado por Juliana Guajajara (Cine Arte UFF, RJ, 2025)
Festival Cine de Goya (Corrientes, Argentina, 2025)
Mostra Ecoa, itinerância no Barco Banzeiro da Esperança (rota Manaus-Belém durante a COP 30, 2025)
49a. Mostra Internacional de Cinema de SP, com debate e participação de Valentina Ricardo (Espaço Petrobrás de Cinema, SP, 2025)
Premiere Brasil no Festival do Rio, Mostra COP 30 | Futuros Possíveis, com debate mediado por Walmeri Ribeiro e participação de Rafael Freitas da Silva e Lucas Rossi (Espaço Net Rio, RJ, 2025)
Premiere Mundial no Panorámica - Stockholm Latin American Film Festival, com debate mediado por Isabel Löfgren (Suécia, 2025)
Sinopse:
Muitas pedras, dois territórios, uma mesma história riscada no tempo.
O documentário Itacoatiaras (Brasil, 2025), dirigido por Sérgio Andrade e Patrícia Goùvea, traça uma investigação sensorial entre dois lugares separados por milhares de quilômetros - Itacoatiara, no Amazonas, e Itacoatiara, em Niterói.
Unidas por um nome ancestral e por histórias apagadas de povos originários, essas paisagens revelam feridas abertas pela colonização, pela especulação imobiliária e pela degradação ambiental. Mas também são portais de resistência e memória. As pedras falam - e é tempo de escutá-las.













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